Se Você não se Curar do que te Feriu, irá Sangrar em Cima de Quem não te Machucou
Todos trazemos dentro de nós feridas infantis não curadas, traumas e defesas psicológicas que formataram a nossa personalidade e definiram nossos padrões afetivos ativos na vida adulta, gerando conflitos e infelicidade. Aquilo que não é reconhecido nos domina e nos governa, até que se torne consciente.
É preciso coragem para mergulhar em si mesmo, perceber com honestidade o que se vive na intimidade, desenvolver o autocuidado amoroso e ser uma metamorfose constante.
O trauma pode ser o início da dor, mas o crescimento é o começo da cura interior.
Nos casulos mais apertados podem se formar as mais belas asas. No entanto, é preciso saber sair do sufoco do espaço de transformação, abrir as asas e voar alto. Afinal, “não somos o que nos aconteceu, somos aquilo que decidimos nos tornar”.
Este é o meu convite a você nesta obra: liberar-se da paralisia na dor, desenvolver autonomia através do autoamor e construir relações saudáveis em sintonia com a sua mais ampla versão, aquela que você escolhe ser.